Salvador, 01/03/2009 - Quando pensamos que tudo estava perdido, eis que surge o programa Mosaico Baiano. A arte decorativa milenar ganha vida em formato de imagens e discurso audiovisual, retratanto a vida contemporânea do que se resume à Bahia.
São pequenos fragmentos de imagens colocadas, talvez, como pedras semi-preciosas, que ganham verdadeiros valores na nossa cultura baiana.
A forma como os conteúdos são selecionados e ministrados, durante o programa, dão a todos os telespectadores um olhar crítico sobre o conhecimento oficial do que significa a cultura de massa e transforma o programa Mosaico Baiano em símbolo de referência, de competência, de criatividade. Acima de tudo, um excelente produto para a nossa televisão.
No Mosaico Baiano, é possível fundir, dividir, conectar peças, introduzir pequenos pedaços em grandes peças e, ao mesmo tempo, juntar cada retalho, transformando-o em apenas uma imagem: o programa em si.
A proposta de construção do programa é inovar, progressivamente, por conexões e extensões, jamais impondo normas. No Mosaico Baiano, a organização e os valores dos conhecimentos não estão congelados. Por sua vez, ficam dentro de uma dinâmica de como se faz televisão, seguindo os padrões que o campo exige e sem deixar a peteca cair.
O Mosaico impera pela sua criatividade e dinamismo. Com um conteúdo diversificado, mostra a cara de cada cidadão baiano, sem apelações esdrúxulas, pelas quais alguns programas insistem seguir.
A idéia do nome, que remete a uma junção de pedaços, ordenadamente, com variadas formas, a fim de dar um formato único, já estabelece um padrão no qual o programa está enquadrado em seu discurso.
Sempre com informações sobre cultura, lazer e entretenimento, misturando matérias de pessoas comuns e grandes personalidades, o Mosaico Baiano faz o seu papel de ‘bom moço’ da tevê, dando dicas e prestando um serviço social para a comunidade, num tom bastante leve.
O programa se completa com as personagens que estão à frente, comandando as matérias: Silvia Resende, Maria Menezes e Alessandro Timbó, o apresentador-âncora. Este, por sua vez, vira e mexe nos presenteia com ótimas matérias jornalísticas.
Ainda completando o time do Mosaico Baiano, Paula Magalhães vem se destacando como colunista de moda. Notadamente, o seu esforço e dedicação para fazer um bom trabalho merecem um reconhecimento ímpar.
A família Mosaico Baiano está de parabéns por conseguir atingir um objetivo, simples para quem vê e complicado para quem produz. A arte de fazer televisão não é tão fácil como parece ser. É preciso ter perseverança, garra, responsabilidade e competência para liderar uma audiência e ser visto como modelo. Com o Mosaico, podemos crer que há uma luz no fim do túnel e que nem tudo está perdido.
* Dyogenes Costa é Especialista em Televisão, Cinema e Vídeo e Critíca Teatral, ambas pela Universidade Federal da Bahia. Editor Chefe e Colunista Oxente Salvador.
Aprecio bastante o programa MOSAICO e quero que vcs. envie-me o e-mail p/participar das promoções.
Lia AraújoJonny, Obrigado pela correção. O fato é que como Marcelo e Alessandro são irmão gemeos, e ambos são pessoas conhecidas, me passei legal. Obrigado pela força!!
Dyogenes CostaO nome do apresentador é Alessandro, e não Marcelo!
Jonnygosto muito das criticas do colunista. Bem diferente e coisa nova para nós baianos. A matéria sobre Mosaico ficou muito boa e concordo com o que foi dito. Parabéns!
Manuel - Pituba